Sucesso escolar: A importância de intervir e desenvolver as capacidades

A escola e os pais são os principais intervenientes na educação das crianças, pelo que  a colaboração e comunicação constante entre os profissionais de saúde, os pais e os agentes educativos é fundamental.

Esta interacção entre as várias partes tem como objectivo fornecer ferramentas e estratégias que optimizem o processo ensino-aprendizagem, que melhorem as competências necessárias para que a criança aprenda com mais facilidade, que diminuam a frustração e ajudem a criança a atingir mais facilmente os objectivos académicos estabelecidos.

O programa NeuroLearning da NeuroVida pretende dar resposta às situações de dificuldades de aprendizagem através de um primeiro momento que consiste na avaliação médica nas especialidades de Neurologia, Neurofisiologia, Neuropsicologia, Psicologia Clínica, Psiquiatria, e/ou Terapia da Fala; e de um segundo momento que consiste no planeamento de uma intervenção terapêutica individualizada.

Como Intervimos:

  • Treino cognitivo computorizado, tendo como objectivo melhorar e compensar várias dificuldades, nomeadamente na atenção, memória, processamento da informação, raciocínio e impulsividade;
  • Estratégias neurodidácticas para pais e professores, como forma de potenciar o processo de aprendizagem tendo como base os pontos fortes e fracos obtidos na avaliação neuropsicológica;
  • Estratégias comportamentais para pais e professores para gerir determinados comportamentos;
  • Psicoterapia cognitivo-comportamental para intervir nas problemáticas emocionais;
  • Terapia da fala com o objectivo de estimular a fala, leitura, escrita ou outras perturbações relacionadas com a linguagem;
  • Oficinas de promoção de competências sociais e visitas periódicas à escola;
  • Neurofeedback ou outras técnicas de estimulação cerebral não invasiva;
  • Medicação (somente quando necessário).

Que condições podem beneficiar do programa NeuroLearning?

  • Dificuldades específicas de aprendizagem (dislexia, disortografia, discalculia);
  • Perturbações especificas do desenvolvimento da linguagem;
  • Perturbações da articulação verbal;
  • Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA);
  • Perturbação de aprendizagem não-verbal;
  • Perturbação específica no desenvolvimento da coordenação motora;
  • Perturbações do espectro do autismo;
  • Défice cognitivo;
  • Patologias que afectem o neurodesenvolvimento (síndromes genéticas, epilepsia, entre outros).

Se acredita que o seu filho pode ter alguma destas condições, não espere mais.
Procure ajuda.